Blog do Ferreira


Notícia de Brasília: tubarão no lago

O quadro político brasileiro é assustador. As instituições estão firmes. São de ferro. Mas por quanto tempo resistirão, se  os homens (e mulheres) que as guarnecem, são de palha?  Pelo noticiário que vem de Brasília, só falta aparecer tubarão-baleia nadando no lago Paranoá. 



Escrito por P. Ferreira às 09h19
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Retorno

Há dois anos mantenho silêncio nesta trincheira de resistência e bom senso: o blog. Em face dos acontecimentos políticos que invadiram nosso cotidiano, volto a trocar ideias com os irmãos e amigos que sempre me honraram com sua leitura e comentários. Penso que o Brasil vai tentanto sair das trevas para a luz. Grande é a esperança no governo que se inicia. É nosso dever, como cristãos e como cidadãos, orar, para que os homens e mulheres incumbidos de tirar o Brasil do caos em que o mergulharam, obtenham sucesso em seus esforços. Vigiá-los é o nosso papel. Há princípios inegociáveis nesta jornada: A Lava-jato é intocável; a corrupção tem que ser contida, através de leis que a tornem um alto risco para quem a pratica. O "ïmpeachment" é apenas o primeiro passo nesta longa caminhada. Que Deus a todos nos ajude. Obrigado por voltar a prestigiar-me com sua leitura. Aguardo comentários.



Escrito por P. Ferreira às 20h29
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Boas Festas

Aos que me privilegiam com a leitura deste blog, desejo um Feliz Natal e um ano novo cheio de vitórias. Que Deus abençoe a todos.



Escrito por P. Ferreira às 08h23
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


A REPRESIDENTA

Em suas primeiras entrevistas após a reeleição Dilma prometeu "lutar diuturna e noturnamente no sentido de melhoria de vida pro brasileiro e pra sua família". Em dilmês, esse estranho idioma onde não existe prosódia, regência, e outras normas cultas do vernáculo, a presidenta quer dizer que vai trabalhar de dia e de noite. (Como boa petista, deverá receber adicional noturno)... Já acostumados ao cotidiano apedrejamento do vernáculo falado pela liderança petista, os brasileiros já nos preparamos para outras pérolas de linguagem. E não nos surpreenderemos se, agora reeleita, a presidenta passe a declarar-se "a primeira represidenta do Brasil". 



Escrito por P. Ferreira às 11h55
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


O voto estratégico dos evangélicos-2

Os debates ao vivo na televisão e os programas no horário eleitoral gratuito oscilam entre rasteiros e medíocres. Até parece que tentam fazer os cidadãos acreditarem que tanto faz escolher o candidato ou a candidata. Os evangélicos seremos decisivos nesta eleição, pois dos 22 milhões de votos de Marina Silva no primeiro turno, cerca de 60% são evangélicos. Se os publicitários estiverem certos, são mais de 13 milhões. Não perderemos o foco, a despeito dessa onda de mediocridade que invadiu a política.  Precisamos dar início à reeducação de nossos quadros políticos, tirando da presidência da república o partido que encenou "a maior farsa da história política brasileira" (o mensalão) e abrigou em seus quadros "uma sofisticada organização criminosa", como disse o Ministro Celso de Mello, do STF. Portanto, nosso voto estratégico no segundo turno é Aécio. Ele simboliza um passo importante para a implantação das grandes mudanças que nós, cidadão, exigiremos dos políticos brasileiros.



Escrito por P. Ferreira às 17h49
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


O que significa "Presidencialismo de Coalizão"

Em tempos de propaganda eleitoral convém-nos conhecer certas expressões. A diferença entre presidencialismo e parlamentarismo é a origem distinta dos poderes executivo e legislativo. No presidencialismo o presidente da república (poder executivo) bem como os senadores e deputados (poder legislativo) são eleitos diretamente pelos cidadãos. Já no parlamentarismo, o primeiro-ministro, ou chanceler (poder executivo) é escolhido por uma coalizão, ou aliança entre partidos. Segundo o cientista político Sérgio Abranches, criador do termo 'presidencialismo de coalizão', "a expressão nada tem a ver com fisiologismo ou toma lá dá cá. O presidente eleito dificilmente consegue fazer a maioria no Congresso e por isso tem que recorrer a uma coalizão multipartidária para alcançar a maioria e poder governar. Foi assim com Fernando Henrique, Lula e Dilma Roussef." Portanto, podemos concluir que é perfeitamente possível governar sem fisiologistas e corruptos. Basta alijá-los das alianças que vão garantir a governabilidade.



Escrito por P. Ferreira às 12h52
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


O voto estratégico dos evangélicos

Não é de hoje que neste blog venho alertando para a agenda marxista do PT, real ameaça à Democracia brasileira. (Clique aí ao lado em 14/10/2010 e em 18/6/2014 as postagens "PNDH-3 - O Perigo Maior" e "Entenda o Decreto 8243-Política Nacional de Participação Social"). A chance de alijar os marxistas do poder, já nas próximas eleições, se esboça com alta probabilidade, através do "voto estratégico".  Na Democracia o "voto estratégico" (também conhecido como utilitário, útil ou tático) pode ser utilizado para construir ou destruir uma ideologia. Quando se vota estrategicamente, não importa a afinidade com o candidato, mas o efeito indireto sobre aquele a quem se quer atingir. Esta arma poderosa caiu em nossas mãos. Nada de voto branco ou nulo.  A estratégia é votar no candidato com maior chance de vencer no segundo turno; e até agora, parece que esta chance vai se consolidando em Marina Silva, que, apesar do passado de militante marxista, tem a seu favor a conversão ao evangelho - um novo nascimento. O povo evangélico não pode desperdiçar a oportunidade de banir de vez o casamento gay, a degradação da família, o aborto, a eutanásia, a legalização da profissão de prostituta, a invasão de propriedades, a corrupção e outros projetos constantes da agenda petista. As alianças que Marina certamente fará, seu pragmatismo e indiscutível inteligência, lhe mostrarão que o agronegócio, os transgênicos, a conclusão das hidrelétricas em andamento e outros projetos a que se opõe, são de fato a opção mais viável para nosso crescimento econômico, no mundo cada vez mais interdependente em que vivemos. Aguardo seu comentário e autorizo divulgação nas redes sociais.  



Escrito por P. Ferreira às 13h05
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Comitê de pastores quer reimplantar o voto de cabresto

Jornais de hoje noticiam que um "comitê de pastores" se reunirá com Dilma Roussef, para negociar maior "interlocução" com o segmento evangélico. No caso, interlocução deve significar retribuição, recompensa, ou prêmio pelos votos negociados. Algo semelhante ao que acontecia na "República Velha", quando caudilhos e  fazendeiros, baseados na ignorância do eleitorado, negociavam com o voto de seus protegidos do meio rural. Era o chamado "voto de cabresto". O que pode existir de pior num país que deseja aperfeiçoar sua Democracia. Estes pastores prestam imenso desserviço à causa do evangelho, pois, como sabemos, a Reforma Protestante contribuiu sobremaneira para o aperfeiçoamento dos sistemas políticos na Europa e América do Norte. Este comitê não representa os evangélicos. É retrógrado, malsão e totalmente alienado dos princípios que regem a ética e a moral cristãs.



Escrito por P. Ferreira às 14h15
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Entenda o decreto 8243-Política Nacional de Participação Social (PNPS)

Encontramos em editorial à página 16 do Globo de hoje ("Congresso tem de decidir sobre 'democracia direta'") um alerta sobre as consequências que poderão nos advir, caso não seja revogado o decreto 8243, que institui a participação dos chamados movimentos sociais na feitura de leis. Em 2006 o Movimento de Libertação dos Sem Terra-MLST, um desses movimentos, invadiu e depredou a Câmara dos Deputados em Brasília. Na ocasião foram presos 539 militantes, dos quais 42 menores de idade. Esta foi apenas uma das muitas amostras do que eles entendem por democracia direta. No último parágrafo, o referido editorial faz alusão ao Programa Nacional dos Direitos Humanos, em termos semelhantes aos que usei neste blog, em postagem de 14/10/2010, intitulada "PNDH-3- O Perigo Maior". (Clique no Histórico aí ao lado direito). Em suma, o governo petista mantém o seu projeto de instalar no Brasil uma ditadura marxista, semelhante àquela ainda existente em Cuba, modelo já abandonado por quase todos os países que o adotaram, como Rússia e leste europeu (Polônia, Ucrânia, Iugoslávia, Romênia, Albânia, Estônia, Letônia, Lituânia) ex-satélites da extinta União Soviética, todos economicamente falidos. Devemos empregar todos os meios pacíficos ao nosso alcance, a fim de convencer o Congresso Nacional a revogar esse decreto promulgado recentemente por Dilma Roussef. LEIA EDITORIAL EM: http://oglobo.globo.com/opiniao/congresso-tem-de-decidir-sobre-democracia-direta-12903890


Escrito por P. Ferreira às 14h18
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Reflexões sobre a parábola de Jotão - Juízes 9.7-20

Cumprida a  missão de expulsar os invasores midianitas, Gideão foi convidado a instaurar a monarquia e reinar sobre Israel. Recusou-o peremptoriamente: "Nem eu nem meus filhos dominaremos sobre vós, mas o Senhor dominará". Morrendo Gideão, seu filho bastardo Abimeleque desejou e conseguiu reinar em Siquém e para isto não vacilou em matar seus próprios irmãos.  É neste contexto que Jotão, o filho mais novo de Gideão, profere, do cume do monte Gerizim, sua célebre parábola:

Decididas a escolher um rei, as árvores buscaram quem aceitasse dominar sobre elas. Convidaram árvores boas, como a oliveira, a figueira e a videira, que recusaram, porque estavam plenamente satisfeitas produzindo frutos e não desejavam assumir outros encargos. Desapontadas, as árvores recorreram ao espinheiro, que aceitou imediatamete o convite, sob as seguintes condições: todas teriam de refugiar-se à sombra dele e as que não o aceitassem seriam sumariamente queimadas. A parábola profética, contra Abimeleque, tem como desfecho trágico uma luta fratricida, com a morte dele e dos cidadãos de Siquém, que o haviam proclamado rei.

Proferida há 3200 anos, é o mais antigo libelo contra os governantes que põem seus interesses acima daqueles a quem governam. As árvores boas, convidadas a reinar, representam Gideão e seus filhos, que declinaram do convite, satisfeitos que estavam com o senhorio de Deus. O espinheiro representa Abimeleque. As demais árvores são os cidadãos de Siquém, que buscavam um rei de sua parentela, para transformar a cidade em metrópole de Israel, como de fato ocorreu durante os três anos e meio do reinado de Abimeleque. Setenta peças de prata, desviadas do templo de Baal para alugar mercenários, simbolizam a apropriação indébita de dinheiro público. Os siquemitas que queriam um rei de sua própria parentela, também representam os grupos políticos desprovidos de espírito público. Os demais israelitas que silenciaram diante da conquista do trono por um bando de interesseiros, simbolizam quem assiste passivamente os aproveitadores dividindo o poder entre si. Foi assim que o espinheiro, arbusto insignificante, dominou as demais árvores. Jotão não cruzou os braços, mas ergueu a voz, alertando seus concidadãos para os males que viriam.

Aplicação: Reunido em Brasília, um grupo de pastores políticos decidiu criar mais um partido "cristão". (Ver no Mensageiro da Paz - abril/2014). Já existem até mesmo candidatos a rei... Como Jotão, não sejamos indiferentes a essa corrida insensata que os Abimeleques de hoje querem promover dentro da Igreja.         



Escrito por P. Ferreira às 14h42
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Um partido político para a Igreja

Líderes assembleianos reunidos em Brasília decidiram criar um partido político. Afirmam que dos 32 já existentes, nenhum oferece espaço para uma militância eficaz. Há um aforismo atribuído a George Santayana, pensador e filósofo americano nascido na Espanha, segundo o qual os povos que não conhecem sua História estão condenados a repeti-la. Tal sentença não se aplica à Igreja, porquanto a Reforma Luterana demonstrou que ela sabe lidar com as ameaças históricas. A Reforma foi uma resposta às práticas palacianas e às mutilações doutrinárias inseridas na Igreja a partir da  "conversão" do imperador romano Constantino, que a mergulharam nas trevas da Idade Média. O cristão não é um cidadão alienado. Deve, sim, votar e ser votado, engajar-se nos embates democráticos de seu tempo e fazer a diferença entre a luz e as trevas. Dai a criar-se um partido eclesiástico vai enorme distância. De fato, se não considerarmos as lições da História, estaremos condenados a repeti-la. Mas cremos que Deus preservará a Igreja da insensatez que  vem rondando seus arraiais nesses tempos trabalhosos. Autorizo divulgação nas redes sociais.   



Escrito por P. Ferreira às 09h38
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


A canonização do Padre José de Anchieta

Canonização, como sabemos, é o processo segundo o qual a Igreja Católica declara alguém santo. Embora se possa discordar da metodologia aplicada, o processo é extremamente cuidadoso. A de Anchieta foi proposta pela Companhia de Jesus, ordem religiosa a que pertencia, logo após a sua morte, aos 63 anos, em 1597. Em 1736, 139 anos depois de iniciado o processo, Anchieta é declarado "venerável", por decreto do Papa Clemente XII. Expulsos de Portugal em 1759 pelo Marquês de Pombal, os jesuítas tiveram suspensos todos os processos de canonização. O de Anchieta foi reaberto em 1875.  Em 1980, às vésperas de sua visita ao Brasil, o Papa João Paulo II  promove Anchieta a "beato". Finalmente, em abril próximo, segundo noticia do arcebispo de Aparecida, cardeal D. Raymundo Damasceno Assis, ao jornal Estado de São Paulo, o Papa Francisco, Jesuíta como Anchieta, o promoverá a "santo". Não haverá uma cerimônia solene na Praça de São Pedro, como é comum nessas ocasiões, mas apenas um decreto papal, com discretas celebrações. Por que tanta discrição depois de 417 anos de espera? É que pesam contra Anchieta graves acusações que o impediram até agora de subir aos altares da Igreja Católica. A mais grave é o haver consumado a execução do primeiro mártir protestante nas Américas: o pastor huguenote Jean Bollés, francês, enforcado por ordem do governador geral Mem de Sá, não por haver cometido algum crime, mas porque professava a fé calvinista e buscava converter os índios ao evangelho que pregava. (Na França protestantes eram chamados de huguenotes). Conta-nos Aníbal Pereira dos Reis, autor do livro  "O SANTO QUE ANCHIETA MATOU", que o carrasco incumbido de executar a sentença vacilou em cumpri-la. Anchieta assume a tarefa, enforca Bollés, após o que se volta para o carrasco e exclama: "É assim que se mata um homem!" Veja mais detalhes em http://www.ebah.com.br/content/ABAAABCZ0AC/santo-que-anchieta-matou?part=3 .



Escrito por P. Ferreira às 15h25
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Nomes de militares em grandes obras

Transcrevo, para conhecimento dos meus leitores, outra carta minha publicada no jornal O Globo de hoje, 20/2: "Causa-me espanto que lideranças tão eficazes e criativas quanto as do PT aceitem este papel ridículo de riscar nomes de generais para substituí-los nas grandes obras empreendidas por militares. Deviam explodir e reconstruir todas elas. Recursos não seriam problema: os três grandes arrecadadores do partido, Dirceu, Delúbio e Genoíno, em pouco tempo, levantariam bilhões pela internet. Aí, o partido mostraria que nunca dantes neste país existiu gente igual. Poderiam até, num rasgo de generosidade, colocar os nomes dos generais nas novas obras, só para matar de raiva os militares. Depois, proporiam ao Congresso uma lei de retorno à monarquia, já que a república foi proclamada por militares." 

Meu comentário: Entendo que devemos utilizar todos os meios ao nosso alcance na luta contra os desvios políticos ora em curso no Brasil. Se desejarem, podem divulgar esta carta ou qualquer postagem deste blog nas redes sociais.



Escrito por P. Ferreira às 06h48
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Comunistas brasileiros desconhecem o fim do comunismo

Com o desmoronamento e desintegração da União Soviética em 1991, ficou patente aos olhos do mundo o fracasso do comunismo. As nações que dele emergiram eram pobres, atrasadas e se apressaram em aproximar-se do ocidente, em busca do tempo perdido sob o domínio soviético. A Alemanha Federal, a um custo altíssimo, reintegrou a parte Oriental (comunista) então conhecida como República Democrática da Alemanha. Polônia, Hungria, Tchecoslováquia, países bálticos, Ucrânia e outros, eram países quebrados e buscaram, de alguma maneira integrar-se à União Europeia. Na Rússia o Partido Comunista foi suspenso e teve os bens confiscados. O país mudou a bandeira e o hino e buscou adaptar-se ao capitalismo. Até hoje se esforça para manter um status internacional e faz parte, com o Brasil, do grupo dos emergentes denominado BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

No Brasil, porém, os comunistas desconhecem estes eventos históricos e até hoje exibem em suas passeatas a bandeira vermelha da foice e do martelo, abolida na Rússia. E no dia 11 deste mês, em Petrópolis, RJ, a famigerada Comissão da Verdade desprezou o Hino Nacional e encerrou uma de suas reuniões entoando o Hino da Internacional Socialista, que já foi Hino da União Soviética. Mostram o que pretendem instaurar no Brasil. Acesse o site: 

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/02/1410866-coral-canta-internacional-socialista-em-ato-da-comissao-da-verdade-do-rio-shtml .



Escrito por P. Ferreira às 14h55
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


MENSALÃO EM JULGAMENTO-10

Transcrevo, para conhecimento dos meus leitores, minha carta publicada no jornal O Globo de hoje, 15/2:

'Vaquinhas'-  "De acordo com a Constituição brasileira (Art 5o. - XLV), penas aplicadas a réus são intransferíveis. A este respeito e em boa hora, o ministro Gilmar Mendes enviou clara advertência ao senador Suplicy. Se bem entendido, a "vaquinha" que transferiu para a militância o pagamento da multa aplicada aos mensaleiros é inconstitucional. Por que, então, não processar e punir os que a promoveram? É a pergunta que faz o cidadão comum, pouco versado em Direito Constitucional. Isto para não falar no riso de escárnio estampado no rosto dos apenados e da sua militância."

Meu comentário: Se as coisas continuam na mesma direção, podemos imaginar a liderança petista promovendo  "vaquinhas" para assalariar os mensaleiros durante o cumprimento das penas. Seja lá como for, chegamos à conclusão de que ainda estamos muito longe da verdadeira Democracia. 

Outras postagens sobre o mensalão neste blog: 6/8/12; 31/8/12; 8/9/12; 10/10/12; 23/11/12; 22/12/12; 20/9/13; 16/11/13.



Escrito por P. Ferreira às 12h01
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
 
Histórico


Votação
Dê uma nota para
meu blog



Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis