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Igreja e Política
Kjell Magne Bondevik, ex-primeiro ministro norueguês e pastor luterano, declarou que grupos cristãos, ao se pronunciarem sobre temas políticos de repercussão internacional, deveriam fazê-lo de maneira própria, e não como se pronunciam ONGs e outras organizações, sem compromisso com a fé. Bondevik refere-se aos recentes pronunciamentos do Concílio Mundial de Igrejas sobre crises internacionais, principalmente envolvendo países africanos. (Fonte: Ecumenical News International). Nosso comentário: Entendo que o pronunciamento de Bondevik significa que se a Igreja aborda questões políticas, deve fazê-lo sempre sob a ótica da fé. Quando se envolve com a militância partidária, ela perde o respeito de seus interlocutores. Ou, como disse Jesus, deixa de ser sal da terra, e só serve para ser pisada pelos homens. Emita sua opinião sobre o tema Igreja e Política. Cite casos recentes ou históricos que prejudicaram a boa reputação dela.
Escrito por P. Ferreira às 16h59
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Notícia preocupante
O Arcebispo de Cantuária, Rowan Williams, líder da Igreja Anglicana, admitiu, em palestra na Rádio BBC, que alguns aspectos da lei islâmica Sharia, poderiam ser incorporados ao sistema legal britânico. A sugestão desencadeou uma onda de protestos em todo o Reino Unido, a despeito da proverbial tolerância religiosa dos ingleses. A rainha é a chefe da Igreja Anglicana. Portanto, Rowan, no mínimo deixou Sua Majestade em situação embaraçosa. Você considera a sugestão uma prova de tolerância religiosa, ou trata-se de uma rendição ao Islã, este cada vez mais influente na Europa?
Escrito por P. Ferreira às 16h19
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