Cuidado, estão jogando areia em nossos olhos!
A revogação de alguns artigos da Lei de Imprensa nada tem a ver com as ações que fiéis da Igreja Universal movem contra jornalistas. Elas continuam, pois se referem a delitos capitulados no Código Penal e não na Lei de Imprensa. O que está ocorrendo é que nessa disputa de audiências entre redes de TV, há quem queira aproveitar a chance para liberar, como forma lícita de expressão, a pornografia, os maus costumes, a imoralidade, a pedofilia, etc. Em outras palavras, para certas empresas de comunicação de massas, deve-se liberar tudo, em qualquer horário, pois para eles isto significa liberdade de imprensa. Não é. Quanto a nós evangélicos, esperamos que o Supremo Tribunal Federal não caia nessa armadilha. E continuamos achando que o crime em qualquer de suas formas, deve ser punido na forma da lei. Qual a sua opinião?
Escrito por P. Ferreira às 13h29
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As múltiplas faces da liberdade
A velha briga entre a Igreja Universal e setores da imprensa abre mais um capítulo ao público. Desta feita a motivação é uma reportagem que, na ótica da Universal, agride aquela Igreja. Qual das duas liberdades é mais importante? a de imprensa, ou a de culto? O corporativismo entre jornalistas já ameaça pressionar os juízes, atentando também contra outra liberdade, a do judiciário. Estas pendências apenas expõem a nossa incapacidade de compartilhar a liberdade de cada um. Disse Jesus: Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. João 8.36. Emita sua opinião.
Escrito por P. Ferreira às 06h58
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