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Trágica liberdade
Leio, perplexo, no jornal: professora universitária ensina em classe a melhor técnica de cheirar cocaína, de modo que os dois lados do cérebro sejam igualmente danificados e não um só. O jornal não informa o nome da mestra nem da universidade. Apenas usa a liberdade de informação para divulgar a aula. Será esta a liberdade de expressão que deseja a nossa sociedade? Como dizia Madame Roland antes de ser decapitada na guilhotina: Ó liberdade! quantos crimes se cometem em teu nome!
Escrito por P. Ferreira às 05h38
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