A crise americana
Não sou economista, mas acompanho com interesse tudo que mexe com nossa vida quotidiana. Nos últimos dias, algo além dos furacões parece afetar a vida dos americanos, com reflexos no mundo inteiro. Ao que leio nos cadernos de economia, depois da quebradeira das instituições financeiras de lá, o dólar disparou aqui e nos países emergentes; a bolsa de valores de Moscou fechou e não se sabe quando vai reabrir; a China aumentou a taxa de juros, ou seja: crédito mais difícil, freio no crescimento. É que, se bem entendi, para se protegerem da crise americana, investidores estão aplicando... nos Estados Unidos. E os bilhões de dólares que saíram do tesouro para recuperar bancos e seguradoras quebradas, voltaram rapidamente, através da compra de títulos do tesouro... americano. Por isto o dólar sumiu daqui. É. Faz sentido. Como diz o adágio popular, as águas correm para o mar.
Escrito por P. Ferreira às 08h12
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Versões modernas da Bíblia
A questão das novas versões da Bíblia é assunto da maior seriedade. Editoras cristãs, ávidas por lucro, estão prestando um desserviço à causa do evangelho e entupindo o mercado de versões esquisitas do livro santo. Já não há preocupação pela pesquisa nos originais. Apenas em fazer transliterações, e piruetas lingüísticas. O texto fica parecido na primeira paráfrase. Mas na segunda, na terceira, vai ficando desfigurado. E o resultado é pura e simplesmente a falsificação da Palavra de Deus. Qualquer pastor que tente fazer uma leitura conjunta da Bíblia em sua igreja sabe disto. A Sociedade Bíblica do Brasil precisa tomar o assunto a sério, pois, do contrário, nossos netos não lerão mais a Bíblia Sagrada, mas a bíblia pirata. Voltemos ao velho João Ferreira de Almeida. E que Deus nos e encoraje a tomar esta decisão, que por certo desagradará aos comerciantes da fé. Enviei mensagem à Sociedade Bíblica do Brasil, sugerindo medidas corretivas.
Escrito por P. Ferreira às 07h51
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Pior que os infiéis
Pior que os infiéis são os obreiros que expõem a Igreja ao escárnio do mundo, agindo loucamente em nome dela; são os que vendem as coisas sagradas, prometendo riquezas desta terra a quem as compra ; são os boquirrotos desagregadores, que espalham aos quatro ventos contendas entre irmãos. Pior que os infiéis são os que enriquecem tosquiando as ovelhas; que cortejam os poderosos, em busca de migalhas de poder; retêm para si ofertas da Igreja; criam problemas, para se apresentarem como solução.
Paulo os chama de presunçosos, blasfemos, amantes de si mesmos, cruéis, traidores, corruptos e desvairados. Recomenda que deles nos afastemos. João diz que não os recebamos em casa, e nem mesmo os saudemos; Tiago recomenda que ponham freios na boca como se faz com cavalos. Judas os trata de apascentadores de si mesmos, manchas em nossas festas, nuvens sem água, árvores duplamente mortas, sem Espírito e causadores de divisão; Pedro os chama de falsos doutores, fontes sem águas, nuvens levadas pelo vento, comparando-os ao cão que volta ao próprio vômito e à porca que depois de lavada volta a chafurdar na lama. Não são sal nem luz. Jesus os chama de sepulcros caiados e diz que nem para o lixo servem. Tomemos cuidado com eles.
Escrito por P. Ferreira às 12h50
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