Guerra na Palestina 3 - A guerra e a propaganda
Talvez por julgar que os valores ocidentais são mais compatíveis com Israel do que com o mundo muçulmano, os israelenses não têm dado maior importância à propaganda. Por isto não divulgam imagens disponíveis na Internet, de crianças palestinas recebendo treinamento militar, com esgares de ódio em seus olhinhos infantis, nem vacilaram em mandar pelos ares a casa do líder palestino com suas quatro mulheres. Lá a poligamia é permitida. Embora respeitemos a decisão dos condutores israelenses de mais esta guerra, somos obrigados a admitir que os palestinos estão ganhando na propaganda. A persistir nesta linha de conduta, Israel corre o sério risco de ganhar a guerra e perder a paz.
Escrito por P. Ferreira às 14h01
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Guerra na Palestina 2 - Faltam seriedade, equilíbrio e imparcialidade
O assessor de Lula para assuntos internacionais declarou, em entrevista, que Israel faz terrorismo de Estado quando ataca os terroristas do Hamas. Um analista da Universidade de São Paulo declarou, também em entrevista, que ao atacar uma escola de onde partiram tiros de morteiro, Israel cometeu crime de guerra. Acrescentou que a desproporção da reação israelense é absurda, pois os mais de 5 mil foguetes já lançados contra as cidades israelenses são como brinquedos diante da potência do exército de Israel. Em outras palavras, os foguetes e seus lançadores importados, veículos sofisticados, não podem ser destruídos, a não ser que Israel use estilingues, ou fundas, como fez Davi... Aparentemente, ex-terroristas de Brasília buscam favorecer os da Palestina, não só assessorando o presidente, mas também forjando comentários distorcidos para a opinião pública. Vou comentar, ao menos uma vez por semana, os acontecimentos do Oriente Médio, a fim de possibilitar aos nossos leitores uma visão equilibrada e imparcial desses eventos, que tanto interessam aos analistas políticos e militares, quanto aos cristãos em geral.
Escrito por P. Ferreira às 08h51
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Guerra na Palestina1 - O cerco de Gaza
O cerco é uma das mais dolorosas operações militares. A Bíblia relata os efeitos do cerco de Samaria, levado a efeito pelos Sírios, em 892 AC, quando se vendeu uma cabeça de jumento por 80 siclos de prata (mais de 100 dólares de hoje) e as mães comiam seus filhinhos. 2 Reis 6.24-31. Na segunda guerra mundial, os alemães cercaram Leningrado, hoje S. Petersburgo-Rússia. Os civis mortos contam-se aos milhares. A outra opção ao cerco é ainda mais dolorosa: invadir a cidade e conquistá-la lutando casa a casa. Uma verdadeira carnificina. Sendo Gaza uma cidade densamente povoada, pode-se imaginar o número imenso de baixas civis que esta opção provocaria. O cerco, portanto, é o mal menor. Muito embora a mídia insista em condenar Israel nesta guerra, pode-se atestar a moderação e o cuidado da liderança militar israelense em evitar baixas civis, optando pelo cerco e não pela invasão de Gaza.
Escrito por P. Ferreira às 16h00
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