"O país das ONGs"
"Acredite: levantamento da polícia revelou que 32 ONGs atuam no Morro Dona Marta, em Botafogo, ocupado pelas tropas do governo do Rio." O título e o texto entre aspas foram colhidos no jornal O Globo de hoje, coluna do Ancelmo Gois. Volto ao assunto, pela enésima vez, para relembrar que, apesar de existirem umas poucas ONGs idôneas, muitas delas trabalham em benefício de seus próprios dirigentes, e não das comunidades com as quais se envolvem. Por esta razão, são alvo de investigações e devassas fiscais. Relembro às igrejas que insistem em trabalhar com ONGs, especialmente na obra missionária, que redobrem os cuidados, a fim de não se envolverem em ações fraudulentas, que só denigrem a ação do evangelho.
Escrito por P. Ferreira às 09h29
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Obama e seus pepinos
O bispo anglicano Gene Robinson, defensor dos direitos dos homossexuais, foi convidado a fazer uma oração no Lincoln Memorial, iniciando neste domingo, 18, as diversas cerimônias que culminarão com a posse do presidente no dia 20. Na posse, quem está convidado para orar é o pastor Rick Warren, ferrenho opositor de Robinson. Esta e outras contradições demonstram claramente que tipo de problemas terá de enfrentar a nova liderança dos Estados Unidos. Equilíbrio, dizem uns; fraqueza, dizem outros; busca de apoio em todos os segmentos da sociedade, dizem ainda outros. Seja como for, devemos orar pelo novo presidente americano. Cabe-lhe a difícil tarefa de tentar conciliar pessoas e princípios inconciliáveis, não só em seu país, mas pelo mundo a fora.
Escrito por P. Ferreira às 09h53
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Guerra na Palestina 4 - Combatentes do Hamas em trajes civis
As Convenções de Genebra exigem que as partes em confronto usem uniformes, e suas armas sejam visíveis. Sem isto perdem o direito ao tratamento garantido a prisioneiros de guerra. A aparente vantagem de não ser identificado à distância, traz a enorme desvantagem de poder ser executado sumariamente quando capturado, o que as Convenções proíbem no trato com prisioneiros de guerra. Esta guerra na Palestina parece mais cruel exatamente por isto. As forças oponentes encaram de maneira diferente os princípios do que poderíamos chamar de "guerra civilizada".
Escrito por P. Ferreira às 09h37
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